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Algumas Verdades que precisam ser ditas
08/05/2018 - por Carlos José Pedrosa

Em uma organização, há diversas situações que desafiam a arte de bem administrar. Existem verdades que precisam ser ditas. Ninguém pode negá-las, seja onde for. Nas empresas, sobretudo, há aqueles que procuram escondê-las. Alguns por ignorância; outros por temerem sua própria segurança. São muitas concepções erradas, diversas linhas de conduta, diversas maneiras de lidar com o dia-a-dia. Nesse emaranhado de verdades escondidas, existem muitos problemas que podem desencadear ou agravar uma crise. Ao ler este artigo, faça uma reflexão sobre suas próprias atitudes e tome uma decisão: a de melhorar sempre para que todos melhorem junto com você. Vamos começar?

 

NINGUÉM É INSUBSTITUÍVEL – Nem mesmo o presidente de uma empresa, o presidente da república, o presidente dos Estados Unidos, ou seja lá de onde for. Cada macaco no seu galho, mas existem macacos que não deveriam estar em galho algum. Conheci uma empresa, no Recife, que vivia mergulhada em profunda crise. Começou como uma pequena oficina de fundo-de-quintal, na Estância. Depois se mudou para a Estrada dos Remédios. Por fim teve o seu projeto aprovado pela Sudene e construiu uma bela fábrica na Imbiribeira, perto do aeroporto, chegando a ter três subsidiárias. Para debelar a crise, o primeiro a ser mandado embora deveria ser... o próprio presidente. Ele era a crise! Com um presidente desse tipo, ninguém precisa de crise para destruir a empresa. Um furacão não seria tão eficiente. Contra gente assim, não há empresa que resista: nem mesmo um banco.

 

JUSTIFIQUE SUA PRESENÇA – Em qualquer organização, todos têm que apresentar resultados. Só isso justifica a presença de alguém. Ninguém contrata uma irmã, uma prima, uma cunhada, para ficar mostrando as coxas, em lances sensuais. Ela precisará produzir para justificar sua presença. Um servente se justifica fazendo um bom trabalho de limpeza; o presidente se justifica administrando a organização, controlando e apresentando resultados. Do contrário, ninguém se justificará.

 

O CLIENTE É O NÚMERO UM – É mesmo? Jura? Parabéns! Sua empresa é uma raridade. Muitas dizem isso, mas poucas cumprem. Basta o cliente ligar para o call center  para perceber a burla. Trabalhei em uma fundação de seguridade social (sic), onde o cliente vivia perdendo espaço e benefícios. Ai de quem o defendesse! Certa vez estavam colocando um banner na parede, onde se lia: “Esta é uma organização voltada para o cliente!” Quanta hipocrisia! Quando eu disse que aquilo era mentira, quase fui crucificado. Deveriam dizer “pára o cliente”, com acento agudo no primeiro “a”: o cliente vivia sendo parado e eles não queriam admitir. E ainda não admitem, embora o cliente continue perdendo espaço... e dinheiro.

 

A EMPRESA É UMA FAMÍLIA – Verdade? Existem empresas que dizem isso abertamente; nos subterrâneos, praticam o contrário. Basta uma ligeira crise para que muitos funcionários sejam mandados embora. Aí eles percebem, amargurados, que a empresa não era a família que dizia ser. As verdadeiras famílias não mandam seus filhos embora quando chega a crise. Aí é que as famílias precisam se manter unidas. Se a empresa era uma família, era só para os donos. Aquela empresa do Recife era um exemplo vivo. Quando a Sudene liberava uma parcela do projeto, o dono ia ao banco e zerava a conta-corrente. Aplicava nas suas fazendas, em São Paulo e na Itália. Realmente, era uma família e tanto!

 

OPORTUNIDADES IGUAIS PARA TODOS – Tá brincando! Quantas empresas oferecem de fato oportunidades iguais para todos? Sempre existem diferenças entre homens e mulheres, entre negros e brancos. É raro encontrarmos uma empresa onde um negro comece por baixo e chegue a um cargo elevado, com o mesmo salário de um branco. Nem onde uma mulher receba o mesmo salário de um homem, para a mesma função. Se não houver um plano de cargos e salários que evite as distorções e os preconceitos quanto ao sexo, à cor da pele e às avaliações subjetivas, as injustiças sempre existirão. E como!

 

O PODER CORROMPE – Queres conhecer alguém? Dê-lhe poder! Isso eu aprendi quando adolescente e comprovei na prática. Vi muitos colegas, outrora humildes, revelando sua verdadeira personalidade. Mal assumiram, logo passaram a humilhar e perseguir os colegas. Basta uma pequena parcela de poder para que os pobres de espírito ponham as unhas de fora. Nunca estão preparados para isso. Quem sofre são aqueles que não os acompanham. Isso também ocorre com empresários que começam pequenos, crescem e parece que são os donos do mundo.

 

SEJA HUMANO – Trate a todos com respeito, como seres humanos que são. Se você tem o privilégio de ser um empresário, agradeça à Providência que lhe permitiu essa graça. Nem todos são privilegiados. Não humilhe nem despreze seus semelhantes. Lembre-se que você também receberá um lote de sete palmos de terra.

 

NÃO RESPONSABILIZE OS OUTROS – Se a sua equipe não anda bem, a culpa é sua. As organizações funcionam de cima para baixo. A suposta democracia nas organizações é pura balela. O bom ou mau funcionamento de uma empresa, de uma equipe, de um grupo de trabalho, é sempre responsabilidade do homem de cima, seja um coordenador, um gerente ou mesmo o presidente da organização. Se há alguma nulidade na sua equipe, é você quem a mantém por lá. Portanto, não culpe ninguém pelo seu fracasso. Administre, controle, cobre resultados. Se você deixar as águas escorrendo por baixo da ponte, poderá haver uma enchente mais adiante e a culpa será exclusivamente sua. Pior! A enchente poderá lhe atingir.

 

QUEIMAR OS OUTROS É FÁCIL – Claro! Difícil é reconhecer a própria incapacidade e queimar a si próprio. É comum os gerentes receberem ordem para selecionar aqueles que deverão ser demitidos. Os gerentes, por falta de visão e por mesquinhez, selecionarão sem nenhum critério e aproveitarão até mesmo para demitir aqueles com os quais não simpatizam. Mas nenhum escolherá a si próprio. Colocam o pescoço dos outros na guilhotina; menos o deles. Apesar do evidente fracasso, eles se consideram o máximo!

 

NÃO SEJA PREPOTENTE – Mesmo que você seja o presidente, procure ouvir os seus auxiliares, as suas equipes. Colha opiniões, faça uma análise das opções, estude melhor o assunto. Não imponha seu ponto-de-vista com a força do cargo exercido. Seus auxiliares têm uma opinião que pode divergir da sua. Por uma questão de hierarquia, eles poderão até aceitar sua posição e cumprir suas determinações. Mas, considere que o ponto-de-vista deles poderá estar certo e o seu poderá estar errado. Ou você nunca erra?

 

NINGUÉM É AUTOSSUFICIENTE – Dizer que “não preciso de ninguém” é uma grande asneira. Todos precisam de todos. Em uma empresa, muito mais! Nenhuma área basta a si própria. Se a produção fabricou algum produto foi porque havia matéria-prima; se havia matéria-prima foi porque alguém adquiriu; se adquiriu foi porque havia disponibilidade financeira; se havia disponibilidade financeira foi porque alguém recebeu as duplicatas de vendas; se alguém recebeu essas duplicatas foi porque alguém vendeu produtos; se alguém vendeu produtos foi porque havia estoque; se havia estoque foi porque alguém fabricou; se alguém fabricou...! Portanto, uma empresa é um ciclo constante, no qual cada etapa depende da etapa anterior e impulsiona a etapa seguinte. Não pense que sua área é a rainha da empresa, mesmo que seja a presidência. Não seja infantil!

 

SEPARE A AMIZADE E O TRABALHO – Amigos, amigos! Negócios à parte! É isso que dizem com muito acerto. No trabalho também deve ser assim. O fato de alguém, na sua empresa, ser seu grande amigo não lhe dá o direito de ser improdutivo ou incompetente. Aliás, se é improdutivo ou incompetente, estará comprometendo sua gestão. Como poderá ser seu grande amigo? Nem na ilha da fantasia!

 

E A FAMÍLIA? – Não misture família e empresa, embora seus familiares possam trabalhar na sua empresa. Mas, é preciso delimitar os territórios, manter distância entre a cozinha de casa e a sua sala de trabalho. Nem todos os membros da família exercem funções diretivas. Portanto, não deve haver interferências de uma na outra. Sua família é uma coisa; a empresa é outra bem diferente. Procure sempre evitar os conflitos, para manter o necessário equilíbrio em benefício da empresa e da família.

 

NÃO BASTA SER HERDEIRO – Ser herdeiro não significa ser seu melhor substituto. Existem herdeiros que pouco se importam com a empresa. E existem herdeiros incompetentes, que poderão ser um desastre dirigindo qualquer empresa. Se você escolherá algum herdeiro para ser seu substituto, leve-o para trabalhar na empresa por um bom período. O ideal será que ele passe por todas as áreas, para adquirir amplos conhecimentos sobre o funcionamento e a problemática de cada área. Assim ele se tornará especialista na empresa. Lembre-se que não basta ser herdeiro; é preciso ser competente. Procure profissionalizar a direção da sua empresa. Deixe o amadorismo para o esporte.

 

VALORIZE O CONHECIMENTO – Não queira auxiliares medíocres, que passarão o tempo lhe bajulando, dizendo que você é o máximo e encobrindo as suas falhas. Esses não são amigos nem são auxiliares: não lhe auxiliarão em nada. Desconfie desses supostos especialistas que nunca trabalharam em uma empresa. Prefira pessoas com profunda experiência e reconhecidos méritos. Cerque-se de pessoas que tenham conhecimento, com as quais você terá muito a aprender. Afinal, ninguém sabe tudo a respeito de tudo. Sempre haverá alguma coisa nova para aprender.

 

NÃO SEJA BOBO – Você não é o centro do universo. Não se imagine uma sumidade! O conhecimento e o sofrimento são parecidos. Quando olhamos para trás (ou para frente), sempre vemos alguém que sofre ou tem mais conhecimentos do que nós mesmos. Aí percebemos que não somos os privilegiados que imaginávamos. E as empresas estão cheias desses casos!

 

CADA MACACO NO SEU GALHO – É uma regra básica em qualquer organização séria. Cada macaco no seu galho; cada galho com seu macaco. Nenhum macaco sem galho; nenhum galho sem macaco. Ou seja, cada um deve ter sua função; cada função deve ter um responsável. Não poderá haver ninguém sem uma função definida; não poderá haver nenhuma função sem um responsável. Funcionário-fantasma é uma figura típica do serviço público, não das empresas.

 

SEJA JUSTO – Não remunere seus auxiliares pela aparência física ou pela habilidade em lhe bajular. Estabeleça critérios objetivos. Um plano de cargos e salários, criteriosamente estudado, eliminará o subjetivismo e as injustiças. Procure estabelecer níveis de remuneração que contemplem a importância e a contribuição de cada cargo e reconheça o esforço de seus ocupantes. Assim você estará motivando o seu pessoal e estimulando o esforço de todos. E todos saberão que quanto mais a empresa crescer, todos crescerão com ela.

 

NINGUÉM É MAIS IMPORTANTE – Não se considere mais importante que todos, ainda que você seja o presidente. Em qualquer organização, sempre haverá o diretor e o operário, o comandante e o comandado, o gerente e o servente. Cada um deve contribuir de acordo com seus conhecimentos, com o seu intelecto e sua capacidade de trabalho. Não se pode esperar que um servente tenha o mesmo desempenho do presidente. Também não se pode aceitar que o presidente tenha um desempenho apenas igual ao do servente. Daí compreendemos que a contribuição de cada um não é menos ou mais importante que a dos demais. Portanto, a ninguém é lícito invocar para si uma pretensa importância superior no organismo empresarial. Todos são iguais e têm seu valor para atingir os objetivos da organização, cada qual na função que lhe diz respeito. Mas não confunda com hierarquia!

 

SEJA PEQUENO, MAS PENSE GRANDE – Seu negócio começou pequeno, mas não precisa continuar assim pelo resto da vida. Cresça; pelo menos deseje crescer e trabalhe nessa direção, aproveitando as oportunidades que surgirem. Até no submundo a regra é o crescimento. Nunca se ouviu alguém gritar na rua para pegar o “ladrinho”; ouve-se sempre o tradicional “pega o ladrão”. Nem eles querem ser pequenos

 

SEJA UM LÍDER – O empresário deve ser um líder perante seus colaboradores. O exemplo deve partir de cima, para que permeie toda a escala hierárquica. Isto se aplica em qualquer situação.

 

PONHA A MÃO NA MASSA E DÊ O EXEMPLO – O bom empresário não é aquele que fica apenas sentado dando ordens. Você já imaginou um general que não saiba ao menos empunhar e manejar um fuzil? Para saber mandar é preciso também saber executar.

 

SEJA RESPÓNSÁVEL PELOS SEUS ATOS – Conheci um economista (sic), em uma estatal, lá no Recife. Recebia um relatório de um auxiliar, dava alguns retoques, onde cometia erros, e depois se reunia com algum outro departamento, onde burilavam um outro relatório. Depois apresentavam esse último relatório à diretoria, quando o erro se destacava. Longe de assumir a responsabilidade, esse economista culpava seu auxiliar pelo erro. Se o auxiliar mostrava o relatório original, sem erros, ele passava a culpar o outro departamento. Nunca assumia o que havia feito. Péssimo chefe!

 

A EMPRESA É SUA VIDA – Mantenha a empresa no lugar que lhe é devido. Trabalhe e lute por ela. Objetivos e metas exeqüíveis devem manter a saúde econômica e financeira da empresa. Não retire dela mais do que o justo e necessário para remunerar o seu trabalho. Não queira ser empresário rico em uma empresa pobre. É ela que paga o seu pró-labore e o salário de todos os colaboradores. São muitas as famílias que dependem dela para sobreviver. Quando uma empresa encerra suas atividades, o desemprego aumenta. Foi isso que aconteceu com aquela empresa do Recife. Um empresário rico e uma empresa cada vez mais pobre, até que fechou. Quem lucrou com aquilo?

 

Fazendo um retrospecto, vemos que não há ninguém insubstituível; todos devem justificar sua permanência na empresa; o cliente deve ser sempre o número um; tornar a empresa realmente uma família; as oportunidades devem ser iguais para todos; máximo cuidado na concessão de poder; tratar a todos com sentimentos de humanidade e respeito; todos devem ser responsáveis; evitar critérios subjetivos no trato com o pessoal; não ser prepotente nem se julgar autossuficiente; não permitir que as amizades prejudiquem o trabalho; delimitar os espaços da família e da empresa; preferir herdeiros competentes para a sucessão; estimular e valorizar o conhecimento dentro da empresa; não se imaginar o centro do universo; manter as pessoas certas nos lugares certos; estabelecer critérios justos e objetivos de remuneração; ressaltar a importância de todos para atingir os objetivos da empresa; o pequeno pode se tornar grande; seja o líder da sua organização; dê o exemplo pondo a mão na massa; assuma os seus próprios atos; compreender que o êxito e a vida de cada um dependem da sobrevivência da empresa. Se insistirmos, certamente encontraremos muitas outras verdades que estão latentes no recinto das empresas. Aqui está apenas o ponto de partida.

 

Se você leu este artigo até aqui, então compreendeu a necessidade de uma autoanálise para melhor se situar no contexto da sua organização. Esperamos ter contribuído para melhor esclarecer esses temas e para que sua organização seja triunfante. Desejamos-lhe pleno êxito.

 

 

*        *        *

 

Sobre o autor: Carlos José Pedrosa é catarinense de Biguaçu, radicado em Alagoas. Tem formação em contabilidade, sendo um profissional autônomo oriundo da iniciativa privada. Com mais de 40 anos de atuação em banco, na indústria siderúrgica, metalúrgica, mecânica e de laticínios, no comércio, no setor jornalístico, em estatal de abastecimento e no setor público.

 

 

E-mail: cjpedrosa.consultoria@gmail.com – Skype: cjpedrosa.consultoria

 

 

 
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