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28/01/2020 - Delivery Center recebe aporte de shoppings para acelerar expansão

A Delivery Center, empresa de centrais de entrega alocadas dentro de shoppings e centros comerciais, anuncia que recebeu um novo aporte de R$ 69 milhões das administradoras de shoppings brMalls e Multiplan.

No time de sócios desde 2018 e 2019, respectivamente, as companhias acompanham de perto o trabalho e os resultados significativos gerados pela startup, que desenvolveu uma tecnologia pioneira na conexão de shoppings com o mundo online e contribuiu para a transformação das unidades em verdadeiros centros de distribuição, desenvolvendo um ecossistema que reúne lojistas, marketplaces e administradoras de shoppings. Também têm participação no negócio a Cyrela Commercial Properties (CCP), o grupo de restaurantes Trigo, Bloomin Brands, entre outros.

“Este novo aporte reforça a crença do varejo na Delivery Center e a consistência de entrega do plano de negócio. Estamos criando um ecossistema que integra lojistas, marketplaces e shoppings visando revolucionar a entrega a partir das lojas em todo o pais”, afirma Saulo Brazil, que atuava como diretor de Operações e passa a ser co-CEO da Delivery Center, responsável pela execução do plano de expansão da startup.

 

O fundador Andreas Blazoudakis permanece como CEO da Delivery Center, agora focado em inovação e estratégia. “Queremos continuar inovando e trazendo as principais tendências do setor para o Brasil. Por isso, passo a dividir o comando da empresa com meu parceiro Saulo Brazil”, explica Blazoudakis. 

 

O aporte de R$ 69 milhões irá contribuir para a impulsionar o plano de expansão. Neste ano, a empresa prevê entrar nos mercados de Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG). “Este é um momento importante para a companhia, pois mostra que estamos no caminho certo, oferendo um diferencial que agrega valor à experiência do consumidor em todas as pontas do mercado”, ressalta Brazil.

   

“Esse movimento reforça a estratégia de O2O da brMalls, que está buscando, cada vez mais, conectar o varejo físico ao online provendo novos canais de venda para seus lojistas”, avalia Vicente Avellar, diretor Executivo de Operações da brMalls.

 

No caso da Multiplan, essa aceleração está em linha com a estratégia de integrar as experiências físicas e digitais de suas propriedades, fortalecendo o Multi, superapp que oferece conveniência e serviços em todos shoppings da companhia. “O plano de expansão e consolidação da Delivery Center permitirá expandir seu serviço de venda e entrega a mais lojistas nos shoppings Multiplan e, com isso, contribuirá para aumentar a importância do nosso superapp Multi no cotidiano dos nossos clientes.”, afirma Daniel Peres Chor, Diretor de Inovação e Negócios Digitais da Multiplan.

 

Plataforma aberta

 

A Delivery Center permanece como uma plataforma aberta que cria centrais urbanas, geralmente localizadas em shoppings centers, de entregas de comida e não comida na mesma hora da compra. A empresa conta, até o momento, com 24 centrais de entregas distribuídas por São Paulo (11), Rio de Janeiro (10) e Porto Alegre (3), que geram um incremento médio de 17% nas vendas nas praças de alimentação e de 1,5% nas vendas como um todo dos shoppings onde atua.

 

A expansão faz parte de um plano que prevê a inauguração de 200 unidades de entregas nos principais centros urbanos do Brasil. O objetivo é ajudar os estabelecimentos plugados na Delivery Center a atingirem um faturamento de US$ 1 bilhão por ano. “É importante ressaltar que os planos não mudam e nossa plataforma continua disponível a todos os estabelecimentos que nos quiserem como parceiros”, diz Brazil.

 

 

 
22/01/2020 - Empresas familiares são maioria no país

No Brasil é comum a abertura de empresas familiares. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sebrae, elas representam 90% das empresas no país, o que leva a uma representatividade de 65% no Produto Interno Bruto (PIB) e à empregabilidade de cerca de 75% dos trabalhadores. Porém, os índices de sobrevivência dessas companhias são muito menores: apenas 5% sobrevivem à terceira geração, também de acordo com o IBGE. São vários os desafios que levam a esse resultado.

 

Murilo Aires, advogado do escritório Dosso Toledo Advogados, de Ribeirão Preto, explica que o próprio crescimento do negócio pode interferir na sua sobrevivência. “Após atingir um determinado volume, é imprescindível evoluir na profissionalização da governança da empresa, o que não significa, necessariamente, a substituição de membros da família por profissionais do mercado. É importante que haja ao menos o aprimoramento contínuo daqueles que a compõem”, conta.

 

O especialista em direito empresarial pontua que os empreendedores devem ficar atentos a não permitir que relações e desavenças pessoais ou familiares interfiram na boa direção dos negócios. “Além disso, em alguns casos pode ser recomendada a contratação de dirigentes externos para a condução racional e qualificada da empresa. Essa medida é indicada em momentos de dificuldades ou quando não há consenso entre os gestores.”

 

Conforme a empresa se desenvolva no mercado, aumentando o volume de operações e receitas, a complexidade da gestão também cresce. Neste momento é possível que a sociedade abra espaço para a entrada de outros sócios-investidores, os quais passam a participar das deliberações.

 

“A solução para empresas familiares que se tornam grandes, com novos sócios e investimentos, é evoluir na organização societária, e até mesmo transformar-se em sociedade anônima. Dessa forma, a empresa passa a contar com melhor estrutura para as deliberações dos acionistas, sobre todas as atitudes tomadas pelos diretores, e com novas ideias ao empreendimento. Dessa maneira, a empresa pode contar com a opinião e voto de outros profissionais qualificados, não ficando adstrita apenas ao núcleo familiar que deu origem ao negócio”, explica Murilo. 

 

Outro procedimento comum e desafiador é a sucessão familiar, que deve ser feita gradativamente, com acompanhamento de advogado, para diminuir o risco de a empresa ser mais uma dentre as várias corporações que não resistem à troca de gerações.

 

“O ideal é que haja um planejamento a fim de organizar e conciliar os interesses dos membros da família em torno da empresa, buscando separar ao máximo as desavenças pessoais da condução dos negócios. Por exemplo, se determinados membros se interessam pela administração dos negócios enquanto outros desejam apenas participar dos lucros, isso deve ser formalizado. Dessa maneira, dá para remunerar de modo justo o trabalho daqueles que participam efetivamente da direção e respeitar os lucros de quem tem interesse apenas na participação no capital”, esclarece Murilo.

 

O advogado ainda alerta que podem existir casos em que não há o interesse de nenhum dos membros da família pela direção da empresa. Diante desse quadro, os sócios podem definir a contratação de um novo administrador, e organizar suas participações. “Tudo é possível a partir da formalização de acordos entre as partes envolvidas, da constituição de holdings, entre outros instrumentos jurídicos. Por isso, há a necessidade de fazer o processo de sucessão com planejamento e tempo”, finaliza.

 

 
22/01/2020 - Workshop Gestão de Talentos vai mostrar como se preparar para o trabalho em 2020

A empresa Connect Flow Desenvolvimento Corporativo, em parceria com a Asyxma, preparou o Workshop Descubra Seus Talentos , que pretende mudar a forma como as pessoas poderão trabalhar em 2020. Trata-se de uma oportunidade única para conhecer os talentos de gestores e suas equipes, além de direciona-los para o alcance de metas e potencializar os resultados do negócio. O evento acontece dia 28 de janeiro, das 8h30 às 17h na Rua Luigi Galvani, 42, Conjunto 42 no Brooklin – São Paulo.

A ideia é colocar os talentos em prática todos os dias para alcançar as metas da empresa neste ano. Hoje a grande questão nos negócios é saber se as empresas estão realmente preparadas para aproveitar o momento e enxergar oportunidades no mercado, exatamente neste período de indefinição e expectativa. Uma das questões chaves das organizações up to date é identificar o potencial do negócio, da sua equipe e do seu mercado.

“Todos nós temos talentos! Toda vez que o empresário e os seus colaboradores usam seus talentos de forma consciente e intencional, eles os transformam em pontos fortes que vão trazer resultados positivos para o negócio”, analisa Loredana Lacava Andraus, diretora da Connect Flow.

Segundo ela, no workshop, o participante terá a oportunidade de mapear de forma prática e efetiva seus Talentos, receberá relatório individual dos seus ‘Talentos Dominantes’ para avaliação da sinergia com os demais membros de equipe e planejar suas utilizações para alcançar as metas empresariais e 2020.

Outro ponto importante no treinamento é a correta direção, com investimento certo em talentos complementares para o bom desempenho dos colaboradores nos negócios. O inscrito vai entender de que forma potencializar a si próprio para obter eficácia e bons resultados na sua empresa e carreira.  

A metodologia do Workshop de Talentos terá uma abordagem teórico-experimental com exercícios e dinâmica de aprendizado a fim de internalizar conceitos a partir da própria experiência, proporcionando conhecimento teórico e prático aos participantes. Trata-se de uma excelente ferramenta para iniciar o ano com novas perspectivas e orientação empresarial para resultado.

 

Inscrições através do link https://www.eventbrite.com.br/e/workshop-descubra-seus-talentos-tickets-86493224563

 
17/01/2020 - Cooperação para etanol será tema de visita presidencial à Índia

Representantes da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e de empresas do setor sucroenergético vão compor a missão brasileira à Índia entre os dias 23 e 27 de janeiro, em Nova Déli. O Presidente Jair Bolsonaro será o convidado de honra do primeiro-ministro Narendra Modi para as celebrações do Dia da República. Além disso, a visita oficial contará com uma agenda para a ampliação das relações entre os dois países.

O intuito do setor sucroenergético é fortalecer a cooperação técnica e a troca de experiências sobre etanol. “Nossa motivação é criar condições para a formação de um mercado global de etanol, para que no futuro possamos ter um aumento da comercialização e a ‘comoditização’ do produto. Isso só será possível se houver clareza sobre os benefícios dos biocombustíveis e nisso o Brasil é exemplo”, explica o diretor executivo da UNICA, Eduardo Leão de Sousa, que integra a missão como parte do projeto setorial com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

O trabalho se dará em duas esferas: a institucional, com o compartilhamento da experiência de implantação de políticas públicas Brasil ao longo de mais de 40 anos de uso do etanol como combustível, em larga escala; e a técnica, por meio do estreitamento da cooperação com a cadeia produtiva do setor indiano, desde a indústria de bens de capital até a indústria automobilística.  

A Índia tem a meta de adotar a mistura de 10% de etanol na gasolina até 2022 e de 20% até 2030, o que trará reflexos positivos socioeconômicos para o meio ambiente, a saúde da população e na balança comercial – mais de 80% dos derivados de petróleo consumidos no país são importados. Em 2019, os produtores indianos disponibilizaram aproximadamente 2,4 bilhões de litros de etanol combustível no mercado interno, atingindo 5,8% de mistura na gasolina. Para efetivar os 10% de participação seriam necessários 5 bilhões de litros do biocombustível.

“A adoção do E10 na Índia será importante não só para reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa e melhorar a qualidade do ar nas grandes metrópoles indianas, como também para oferecer uma alternativa de diversificação de mercado aos quase 50 milhões de produtores de cana do país, que hoje dependem basicamente da produção de açúcar”, complementa Eduardo.

Integram a comitiva o diretor executivo da UNICA, Eduardo Leão de Sousa, o presidente do Conselho Deliberativo da UNICA, Marcelo Ometto, o diretor para o Brasil da Tereos, Jacyr Costa, o CEO da Raízen, Luís Henrique Guimarães, o VP global de commodities da Cofco, Marcelo Andrade, e o gerente de comunicação e relações institucionais da Copersucar, Bruno Alves Pereira.

Agenda de etanol

Os biocombustíveis, em especial o etanol, serão destaque na agenda. No dia 23/01, o evento “Índia-Brasil – Oportunidades em energia e mineração”, promovido pelo Ministério de Minas e Energia, terá as presenças do embaixador brasileiro na Índia, André Aranha Corrêa do Lago, do Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina e do Ministro de Petróleo e Gás Natural indiano, Dharmendra Pradhan. O evento terá apresentação sobre etanol e rodadas de negócios com executivos de empresas como Sterlite Power, ONGC, Tata Power, Adani Transmission, Praj Industries e Indian Oil.

No dia 25, será realizado um fórum de CEOs brasileiros e indianos para debater oportunidades de negócios em diferentes áreas. Na sequência, o Presidente e o Primeiro-ministro assinam um memorando de entendimento na área de bioenergia, com foco em biocombustíveis.

No último dia, 27 de janeiro, haverá um seminário empresarial realizado pela Apex-Brasil. A parte da manhã será dedicada às falas de autoridades e na sequência haverá dois painéis, um deles sobre combustível renovável (“Brazilian Bioenergy Policy: How to build a clean energy matrix”).

Promoção do etanol na Índia

Em 2019, a UNICA realizou duas missões técnicas ao país, com encontros com representantes do governo indiano, da indústria automobilística local, bem como com a indústria de petróleo local, em que foram discutidos os benefícios e os desafios da implantação de um programa mais ambicioso de etanol no país.

Ente ano, além da missão presidencial, a UNICA terá um estande no salão do automóvel da Índia (Auto Expo) no início de fevereiro e, no final do mês, levará especialistas brasileiros para um seminário junto com a ISMA (India Sugar Millis Association). Ambas oportunidades servirão para ampliar o conhecimento a respeito dos benefícios do etanol e dos aspectos técnicos de sua adoção.

 
17/01/2020 - Mudança no perfil do consumo influencia o setor imobiliário e o varejo

As pessoas buscam viver experiências memoráveis. Isto é particularmente evidente na geração millennial, mas não é apenas ela: todas as gerações estão percebendo que experiências positivas durante seus momentos de consumo são tão valiosas quanto o ato da compra em si. Indo mais além nesse fluxo evolutivo do consumo, é interessante observar o conceito do omnichannel - a capacidade de unir com excelência todos os canais de comunicação e venda com o cliente - e como os setores imobiliário e varejista precisam estar em sinergia para atender a mais esta demanda do mercado. Ao contrário do que muitos pensam, mais da metade do público que compra online declara que uma loja física próxima de casa ou do trabalho é importante para a decisão de compra, enquanto 95% dos pesquisados de 21 a 38 anos de idade declara que visitas ao comércio físico que abra nas suas proximidades, aumentará também o número de visitas ao site da mesma marca (Fonte: ICSC).

O Omnichannel traz ainda facilidade do acesso a informações de produtos e serviços, disseminação de formatos inovadores de transações e velocidade de plataformas de comunicação digital, aculturando os consumidores à avidez por comodidade e imediatismo.

Na tentativa de atender a essas duas pressões, o mercado imobiliário adapta seus projetos para abrigar múltiplos usos, capazes de suprir grande parte das necessidades do consumidor: moradia, trabalho, diversão, compras, saúde, serviços e proximidade a modais de transportes públicos. 85% da geração millennial pesquisada declara preferir espaços de uso misto para morar e trabalhar. Na outra ponta, 80% dos desenvolvedores imobiliários dos Estados Unidos consideram iniciativas de projetos de uso misto. Outro dado aponta que 44% dos frequentadores de shoppings e centros comerciais querem ter acesso, ali, a outras experiências além do consumo (Fonte: ICSC).

Corroborando ainda ao conceito do empreendimento de uso misto, está o fato das incorporadoras apostarem na construção de apartamentos compactos em eixos adensados da grande metrópole: muitos dos lançamentos mostram unidades menores, com ambientes conjugados e mínimo espaço para acondicionamento de produtos. Isto faz com que os moradores não apenas aumentem a frequência de compras em menor escala, mas também fomentem outras formas do comércio, como a alimentação fora do lar e o delivery.

                 “Hoje em dia dificilmente alguém faz compras do mês: até as grandes redes de mercados tiveram que repensar o formato das lojas para se aproximarem do cliente, que busca compras pontuais, em maior frequência e próximas à moradia ou ao trabalho. A solução encontrada foi o mercado de proximidade ou de bairro. Nos últimos 4 anos, a disseminação dessas novas lojas atingiu a casa das centenas apenas na cidade de São Paulo, observando-se ainda novas marcas entrantes neste segmento todos os anos”, comenta Victor Hirata, da CBRE. Contudo, segundo ele, muitos empreendimentos prontos e em desenvolvimento carecem de estrutura própria para acomodação deste novo tipo de comércio. “É preciso buscar orientação e exemplos globais de melhores práticas em relação à definição e dimensionamento do produto imobiliário, comercialização efetiva, administração e avaliação de ativos e investimento em espaços como estes”

                Por fim, segundo a ONU, a população mundial seguirá crescendo até 2050, chegando a 9 bilhões de pessoas. A concentração de população nas áreas urbanas nunca foi tão grande – e só tem a crescer. De acordo com dados da Ernst & Young, 54% das pessoas vive hoje em cidades, número que deve chegar a 70% em 2050. Somando-se a isso, a chamada “economia da experiência”, o impacto da tecnologia e o omnichannel, os setores imobiliário e varejista precisam se preparar com as corretas estratégias de expansão, sob o risco de não conseguirem atender a esse novo tipo de consumidor.

 
16/01/2020 - Quase 90% dos executivos de bancos e fintechs veem a disrupção digital como ameaça ao setor de servi

Um levantamento realizado pela FICO, líder em gerenciamento analítico e tecnologia de tomada de decisão, em parceria com a publicação American Banker, revela que executivos do setor financeiro estão preocupados com o rápido avanço da disrupção digital 88% deles a consideram uma ameaça iminente para suas empresas, sendo que 51% dos que trabalham em bancos e 71% dos que estão em fintechs avaliam esse tema como uma ameaça muito séria.

Foram entrevistados mais de 200 profissionais seniores de fintechs e bancos do Brasil e de outros nove países como Estados Unidos, Canadá, México, Reino Unido, Espanha, Turquia, Nigéria, Índia e Nova Zelândia.

A pesquisa identificou oportunidades estratégicas para o setor financeiro, como o fato de que viver na era digital impõe a necessidade de interagir em tempo real e oferecer diversos pontos de contato personalizados ao cliente. Além disso, revelou que apenas metade dos entrevistados usa seus dados da maneira mais eficaz possível. “O setor precisa ganhar confiança e adotar inteligência artificial e machine learning para potencializar seus negócios. Dessa forma, será possível se antecipar e atender às necessidades dos clientes”, afirma Ricardo Cheida, Diretor de Pré-Vendas para América Latina da FICO.

Entre as principais conclusões do estudo estão a necessidade de melhorar o atendimento ao cliente, a tomada de decisões em tempo real, a integração de análises e o empoderamento de usuários que não são técnicos. E para que as empresas alcancem esses objetivos, a pesquisa indicou a importância de se investir em ferramentas que centralizem a tomada de decisões.

“Somente com uma infraestrutura unificada é que as empresas vão conseguir ter o foco total no cliente, pois será possível transformar continuamente os dados não processados ??em estratégias valiosas, acionáveis ??e quantificáveis ??para impulsionar seus negócios. 

 
14/01/2020 - LGPD vai gerar novas demandas profissionais, diz especialista

 

Prevista para entrar em vigor em agosto do próximo ano, a Lei Geral de Proteção de Dados, popularmente conhecida como LGPD, promete demandar a presença de profissionais cada vez mais capacitados sobre temas como governança e segurança da informação. De acordo com especialistas, é fundamental a presença de tais profissionais para que os colaboradores das empresas tenham o entendimento adequado sobre a importância dessa nova lei e a necessidade da participação dos mesmos nos projetos de adequação e na continuidade do tema dentro de suas empresas.

Para o especialista em segurança da informação da Indyxa, empresa especializada em soluções e serviços de tecnologia, Tiago Brack Miranda, com esse entendimento as empresas terão profissionais mais capacitados para a proteção de eventuais ataques de criminosos digitais que continuam explorando pessoas não instruídas sobre o tema, roubando dados e causando prejuízos financeiros. “Um dos principais desafios dos profissionais de diferentes áreas da empresa com a chegada da LGPD será a etapa de mapeamento de dados. Essa etapa é de suma importância para que as empresas tenham conhecimento dentro das áreas de negócio de onde os dados pessoais são coletados, tratados e armazenados. Entender a segurança aplicada sob cada processo, quem possui permissão de acesso e principalmente justificar a finalidade daquele processo dentro da empresa são essenciais nesta fase”, diz. 

Miranda destaca que os processos que são do cotidiano dos colaboradores necessitarão da devida documentação e registro para que o mapeamento de dados identifique as bases legais para cada processo executado que envolva dados pessoais ou sensíveis. “Os colaboradores terão o desafio de criar a cultura do registro e documentação dos seus processos dentro de suas áreas”, ressalta. 

É importante destacar que as empresas ainda vão precisar de pessoas qualificadas para efetuarem a compreensão do tema dentro de suas organizações. “É fundamental que a conscientização seja realizada de forma precisa para que os colaboradores entendam a importância dessa nova lei. Além disso, demandas de análise da segurança da informação pelas empresas serão um dos itens mais procurados no próximo ano. Ter uma análise externa que identifique possíveis brechas ou vulnerabilidades existentes na infraestrutura é fundamental para evitar um possível vazamento de dados ou até mesmo um incidente que acarrete na parada dos sistemas de negócio da empresa. A demanda por governança e a elaboração de processos, controles e políticas também terá um volume maior a partir da nova lei. A organização desses itens dentro da empresa será fundamental para o aumento da maturidade em relação à segurança da informação”, afirma Miranda. 

 

Falhas mais comuns na implementação da LGPD nas empresas

Miranda destaca que a ausência de engajamento dos colaboradores ao projeto prejudica os resultados e pode mascarar a realidade atual da empresa. O especialista ressalta que as empresas necessitam o quanto antes iniciar a discussão desse tema, porém, é fundamental que isso seja exposto aos colaboradores de uma forma clara e objetiva, para que todos possam entender a importância dessa nova lei e refletirem em como isso também impacta em suas vidas pessoais. “A análise sobre o que compartilhamos nas redes sociais, que dados fornecemos para aplicativos on-line ou pessoas desconhecidas fará com que as pessoas tenham um olhar crítico sobre a importância desse tema em um mundo conectado como o nosso”, aponta. 

 

Novas funções profissionais com a chegada da LGPD em solo brasileiro

A Lei Geral de Proteção de Dados indica a necessidade do encarregado de dados nas empresas brasileiras. Na União Europeia esse cargo é conhecido como DPO (Data Protection Officer). Esse profissional será o ponto de comunicação para eventuais solicitações de consultas e retificações sobre dados pessoais, além de ser o ponto de contato da Agência Nacional de Proteção de Dados  (ANPD) para possíveis fiscalizações ou ajustes de normativas que possam ser divulgadas pela agência. “É um profissional que necessitará transitar nas áreas de negócio da empresa, e, portanto, possuir autonomia para efetuar auditoria nos processos existentes e indicar as correções necessárias. Um profissional que precisa ter um nível aprofundado de conhecimento sobre a nova lei, regulamentações anteriores, governança e segurança da informação sobre as tecnologias existentes em sua empresa”, finaliza Miranda. 

 
14/01/2020 - 5 tendências do marketing digital para 2020

Enquanto mercados mais maduros já estão consolidados, o Brasil ainda tem um espaço considerável para crescer tanto em acesso como nas mídias. O País já é o sétimo mercado do mundo em marketing digital e deve fechar o ano movimentando algo perto de US$ 18 bilhões nessas plataformas.  

Segundo um levantamento do veículo de comunicação especializado em ações de mídia digital Adaction, o marketing de performance – estratégia do meio digital focada na conquista de melhores resultados por meio do uso de dados – já consome, em média, R$ 8 milhões ao mês das verbas de marketing dos bancos tradicionais brasileiros, por exemplo. Este volume representa um crescimento de 40% em relação ao que era aplicado em 2018 e consolida este tipo de estratégia como uma das grandes armas na disputa entre as instituições financeiras tradicionais e as fintechs.

Mas não é só o mercado financeiro que movimenta o mercado e  algumas tendências devem crescer em 2020 entre todas as indústrias.  Veja algumas delas:

#On Demand

O perfil dos consumidores mudou. Oferecer o serviço sob medida, conforme a necessidade do cliente, por meio de múltiplos formatos de conteúdo para diferentes públicos, como já ocorrem com os filmes, por exemplo, será essencial para os negócios.  E isso vai depender cada vez mais de tecnologias como a programática.

#Mídia Programática

Gerar dados que permitem aos profissionais do marketing entender o perfil dos consumidores para então definir quem são os potenciais clientes. É essa segmentação inteligente que fornece os subsídios para criação de mensagens personalizadas. Assim, se direciona a melhor mensagem ao canal mais adequado e, ao consumidor com maior chance de compra. Isso também garante a comprovação do retorno sobre o investimento, permitindo mensurar os resultados finais de cada ação com precisão.

#Realidade Aumentada

Embora ainda no início, o potencial para os próximos anos são enormes. De acordo com o relatório de Realidade Virtual e de Realidade Aumentada nos negócios da Digi-Capital, o mercado de RA/RV alcançará US$ 180 bilhões até 2021. Por ser uma tecnologia mais “simples”, a RA ficará com uma fatia de US$ 108 bilhões.

# Robotização

A robotização deve impactar todos os processos produtivos de uma empresa, da produção ao atendimento. É muito comum vermos chatbots e outros robozinhos em sites corporativos.  Atuando em conjunto com a Inteligência Artificial, a robotização é sinônimo de agilidade em diversas atividades corporativas.

#Conteúdo educativo e pago

 

Cada vez mais as pessoas buscam infoprodutos como e-books e cursos online porque querem aprender mais, obter conhecimentos e saberes úteis a algum propósito que possuam. E não se importam em pagar por isso. Assim, o conteúdo pago é uma modalidade cada vez mais comum e disponibilizada até mesmo por site de empresas. A estratégia é sempre prezar pela qualidade e oferecer gratuidade, bem como dar opções de conteúdo pago para o aprofundamento, sempre dentro de uma estratégia bem construída.

 
13/01/2020 - Vagas de estágio e aprendizagem devem chegar a 85 mil no primeiro trimestre de 2020

O início do ano é sinônimo de oportunidade para os jovens de todo País. Isso porque muitos estudantes concluíram a graduação ou o período de dois anos de contrato de estágio (conforme previsto na Lei do Estágio) no final de 2019, dando lugar a novos profissionais no mercado de trabalho. Baseado nessa sazonalidade, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE estima que serão abertas mais de 85 mil vagas de estágio e aprendizagem só no primeiro trimestre deste ano.

O superintendente Nacional de Operações do CIEE, Marcelo Gallo, destaca que o momento de procurar o primeiro emprego ou estágio é esse. “Nesse momento, de início de ano, as empresas estão em planejamento de quadro de funcionários. É um período interessante para quem busca uma inserção no mundo do trabalho”, explica. “Estudante, não deixe de nos procurar! A hora é agora”, frisou. Segundo Gallo, percebe-se uma recuperação no número de vagas de estágio ofertadas, sendo o maior número de posições abertas desde 2014.

Para Humberto Casagrande, superintendente Geral do CIEE, a perspectiva de crescimento reflete um momento de otimismo do mercado, porém, ainda preocupante, uma vez que a taxa de desemprego entre a população de 18 a 24 anos supera o dobro da média geral, com 25,7% (segundo o IBGE). “A nossa aposta continua sendo o Programa do Aprendiz que, com medidas administrativas necessárias, teria maior adesão. É um projeto que não só insere o jovem no mundo do trabalho, mas se preocupa em formar cidadãos”, explica, referindo-se às soft skills não desenvolvidas com a formação técnica e mecânica.

Sobre o estágio, Casagrande destacou os benefícios de se ter um estagiário na companhia, no sentido de que, uma vez dentro da empresa, ele traz frescor, novas ideias e ajuda as instituições a dialogarem com o jovem. “É uma forma de falar a mesma linguagem desse universitário, de entender o seu comportamento”.

De acordo com o BEM, o Boletim Estatístico Mensal do CIEE, que compilou os dados de janeiro a outubro de 2019 (uma parcial de 2020), os cursos de maior procura para estágio no Ensino Superior são Direito, Pedagogia e Administração.

 
06/01/2020 - WhatsApp é a principal fonte de informação dos brasileiros, aponta pesquisa

Um aplicativo gratuito, funcional, de uso intuitivo e com recursos interessantes para pessoas e empresas. Essas podem ser algumas das respostas para a pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado, que revelou o WhatsApp como principal fonte de informação dos brasileiros. Nela, 79% dos entrevistados afirmaram receber notícias por meio da rede.

O WhatsApp possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, é tão popular quanto o Facebook. “Essa ferramenta é tão importante que já é até instrumento de trabalho. Nos dias em que apresenta erros, os usuários ficam desesperados”, lembra a professora de Marketing Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Maria Carolina Avis.

Para a especialista, o sucesso do aplicativo está na comunicação, que é pessoal e cada vez mais próxima. “A verdade é que pessoas acreditam em pessoas, o aplicativo acaba sendo uma fonte de informação confiável, embora saibamos que as fake news são facilmente distribuídas por lá também”.

As mídias sociais são versáteis e estão em constante transformação, por isso, não há como garantir a preferência do público por muito tempo. “Como existem muitos escândalos de compartilhamento de dados pela empresa Facebook, que operacionaliza o WhatsApp, pode ser que nos próximos anos as pessoas passem a usar com mais frequência outras redes sociais. Já existe o Telegram que é muito parecido com o Whats, mas a adoção ainda é muito tímida no país”, explica Maria.

 
 
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